A Brava (BRAV3) anunciou a compra de ativos com um importante valor, que totaliza US$ 450 milhões. A ação de empresa abriu em alta na sessão, mas logo virou para queda, fechando com forte baixa de 5,05%, a R$ 17,10. O negócio foi feito com a Petronas, comprando 50% da participação atualmente detidas no campo Tartaruga Verde e no campo Espadarte. A operação permanece condicionada às aprovações do Cade (autoridade antitruste do Brasil) e da agência reguladora nacional de petróleo e gás (ANP). A Petrobras tem direitos de preferência sobre o ativo.

No contexto de mercado, a aquisição da Brava pode ser vista como uma surpresa para boa parte do mercado, mas positiva. O anúncio foi feito sem que o mercado tenha esperado por uma aquisição de ativos. A aquisição se enquadra no balanço da Brava, considerando a redução no valor do negócio esperada a partir de ajustes de preço e da estrutura de pagamento. Além disso, o negócio provavelmente reduzirá a alavancagem da empresa. A redução da alavancagem pode ser vista como uma medida importante para a estabilidade financeira da Brava. A operação pode ser um passo importante para a Brava, mas também traz consigo riscos e desafios. A empresa precisa ser vigilante para evitar problemas financeiros e seguir com a estratégia de crescimento.

A Brava anunciou a compra de ativos em um momento em que as previsões de crescimento da empresa estavam sendo reavaliadas. A mudança na gestão da empresa pode ter levado a uma revisão das prioridades e objetivos da empresa. No entanto, a aquisição de ativos pode ser vista como uma medida importante para a expansão da atividade da Brava. A redução na alavancagem da empresa pode ser um passo importante para a estabilidade financeira. A aquisição também pode levar a uma mudança na composição da Produção de Petróleo da empresa. A Brava precisará estar preparada para lidar com os riscos e desafios associados com a aquisição de ativos.

O negócio da Brava foi estruturado da seguinte forma: US$ 50 milhões foram pagos na assinatura, US$ 350 milhões devidos no fechamento – sujeitos a ajustes relacionados à data efetiva da transação (1º de julho de 2025) e duas parcelas diferidas de US$ 25 milhões a serem pagas dentro de 12 e 24 meses após o fechamento da transação. A transação permanece condicionada às aprovações do Cade (autoridade antitruste do Brasil) e da agência reguladora nacional de petróleo e gás (ANP). A Petrobras tem direitos de preferência sobre o ativo. A Brava precisará cumprir com as condições para finalizar a aquisição.

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