O dólar comercial fechou a quarta-feira com uma variação de +0,2%, valendo R$5,3852, após ter começado o dia cotado a R$5,3722. Na quinta-feira, o dólar iniciou cotado a R$5,3852. A agenda externa e o caso Master direcionam os mercados em um dia de cautela, com tensões geopolíticas no exterior e uma agenda doméstica marcada por ruídos institucionais. O foco se divide entre dados econômicos relevantes e desdobramentos políticos, incluindo indicadores de emprego nos Estados Unidos e a produção industrial e dados de inflação no Brasil. A política também ganha peso com eventos ligados aos atos de 8 de Janeiro. O ambiente externo tende a influenciar o humor da sessão, com o mercado aguardando pedidos de auxílio-desemprego e payroll nos Estados Unidos, e a divulgação da produção industrial no Brasil.

A inflação é um dos principais indicadores econômicos em análise, com dados da FGV mostrando que o IGP-DI variou apenas 0,1% no mês de dezembro, encerrando o ano com deflação de 1,20%. Esse proceso de desinflação continua e pode levar o Banco Central a avaliar com mais calma o cenário macroeconômico do país antes da próxima decisão de política monetária. Além disso, os dados de emprego nos Estados Unidos são monitorados de perto, pois ajudam a calibrar expectativas sobre a política monetária. A leitura do mercado segue sensível a qualquer surpresa, e as tensões geopolíticas seguem pressionando o sentimento dos investidores. O risco geopolítico ganhou força após a ofensiva envolvendo Venezuela e Estados Unidos, o que amplia a percepção de instabilidade global.

Em meio a esse cenário, os mercados apresentam um desempenho fraco, com bolsas em queda no mercado futuro de Nova York e desempenho ruim na maior parte da Europa. As notícias internacionais foram dominadas por movimentos dos Estados Unidos envolvendo a Venezuela, além de declarações de Donald Trump sobre Groenlândia e Colômbia. No Brasil, o caso Master segue no centro do radar, ao lado da produção industrial e dados de inflação. A divulgação da produção industrial entra como termômetro da atividade no fim do ano, e os dados de inflação são monitorados de perto, em meio a um cenário externo ainda desafiador. É importante lembrar que a economia é um sistema complexo, e as variáveis econômicas estão sempre interligadas, o que pode afetar a tomada de decisões de investidores e consumidores.

A análise da situação econômica atual mostra que os investidores estão com cautela, aguardando os próximos passos dos principais atores econômicos. A combinação de tensões geopolíticas e ruídos institucionais cria um ambiente de incerteza, o que pode afetar a confiança dos investidores e a estabilidade econômica. É fundamental acompanhar os dados econômicos e as notícias internacionais para entender melhor o cenário atual e como ele pode afetar a economia nos próximos meses. Além disso, a inflação e os juros são fundamentais para a saúde da economia, e sua evolução deve ser monitorada de perto.

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