Milhares de cubanos marcharam em Havana na noite de terça-feira em protesto contra as ameaças dos Estados Unidos contra Cuba, durante o evento tradicional chamado “marcha das tochas”. O protesto ocorre após comentários do presidente dos EUA, Donald Trump, que aumentou o tom das críticas à gestão cubana, tentando forçar um acordo “antes que seja tarde demais”. A marcha, que ocorre sempre na noite do dia 27 de janeiro, véspera do aniversário do herói nacional José Marti, é mantida desde 1953, quando o então estudante e futuro líder cubano, Fidel Castro, começou o movimento em protesto ao governo de Fulgencio Batista. A marcha levantou o tema “anti-imperialista” e foi liderada pelo presidente cubano Miguel Díaz-Canel, que desceu junto a manifestantes o percurso de um quilômetro pelas ruas da capital. Cuba é alvo de sanções impostas pelos Estados Unidos desde a década de 1960, somando embargos econômicos e ameaças militares, e as tensões ganharam novo contorno com o segundo mandado do presidente Donald Trump e as recentes ações na Venezuela.

A “marcha das tochas” é um evento histórico que ocorre anualmente em Cuba, e sua realização na noite do dia 27 de janeiro é um tributo ao herói nacional José Marti. A marcha é um símbolo de resistência e de luta contra a opressão, e sua origem remonta a 1953, quando Fidel Castro liderou um grupo de estudantes em protesto ao governo de Fulgencio Batista. Ao longo dos anos, a marcha se tornou um evento tradicional, que reúne milhares de cubanos para celebrar a independência e a soberania do país. Nesta edição, a marcha levantou o tema “anti-imperialista”, em resposta às ameaças dos EUA e ao aumento das tensões entre os dois países. A marcha foi liderada pelo presidente cubano Miguel Díaz-Canel, que destacou a importância da unidade e da resistência do povo cubano em face das ameaças externas.

As tensões entre Cuba e os EUA têm uma longa história, e as sanções econômicas impostas pelos EUA têm um grande impacto na economia cubana. Além disso, as recentes ações na Venezuela têm agravado a situação, especialmente após a captura do líder venezuelano Nicolás Maduro e a instalação de um novo governo interino. A situação é ainda mais complexa, pois Cuba mantinha acordos econômicos com o governo de Maduro e era um dos principais compradores de petróleo venezuelano. A ruptura desses laços tem consequências significativas para a economia cubana, e a marcha das tochas é um exemplo da resiliência e da determinação do povo cubano em face das adversidades.

A “marcha das tochas” é mais do que um evento político, é uma expressão da cultura e da identidade cubana. A marcha reúne pessoas de todas as idades e origens, que se unem para celebrar a independência e a soberania do país. A marcha também é um exemplo da organização e da participaçãoPopular, que são fundamentais para a democracia e para a participação cidadã. A marcha das tochas é um evento que transcende a política, e é um símbolo de esperança e de resistência para o povo cubano.

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