A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, exigiu publicamente a libertação do presidente Nicolás Maduro após uma ação militar dos Estados Unidos contra o país. Segundo o governo venezuelano, Maduro foi capturado por militares norte-americanos durante uma ofensiva militar na madrugada de sábado. A vice-presidente afirmou que Maduro é o único presidente legítimo da Venezuela e que a ação dos EUA é uma violação direta da soberania nacional. A libertação de Maduro e da primeira-dama Cilia Flores foi considerada uma prioridade absoluta pelo Estado venezuelano.

A ação militar dos EUA foi classificada pelo governo venezuelano como uma tentativa explícita de ingerência externa e de controle dos recursos naturais do país, especialmente o petróleo. A vice-presidente afirmou que a Venezuela não reconhece qualquer autoridade estrangeira sobre seu território ou seu sistema político. O episódio representa uma escalada inédita de tensão entre Caracas e Washington. A vice-presidente anunciou que todos os órgãos do Estado venezuelano foram ativados para proteger o território nacional e garantir a integridade das instituições diante da ofensiva militar. O país entrou em estado de defesa total, envolvendo forças armadas, órgãos de segurança e estruturas civis.

A decisão foi tomada durante uma reunião do Conselho de Defesa da Nação, instância máxima de coordenação em situações de crise. A medida tem como objetivo salvaguardar a independência, soberania e integridade territorial do país. A vice-presidente reforçou que a Venezuela não aceitará retrocessos que a transformem novamente em colônia. O governo venezuelano considera a ação dos EUA uma agressão externa sem precedentes. A situação levou ao acionamento de um estado de defesa total, com a mobilização de todos os setores do Estado.

A crise política e militar na Venezuela ganhou um novo capítulo com essa ação militar dos EUA. A posição do governo venezuelano é clara: Nicolás Maduro é o presidente legítimo e a Venezuela não aceitará ingerência externa em seus assuntos internos. A comunidade internacional acompanha a evolução da situação, preocupada com as consequências práticas dessa escalada de tensão entre dois países com grande influência na região.


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