O dólar comercial iniciou a terça-feira, 6, cotado a R$5,4227, após fechar a segunda-feira, 5, com variação de -0,2%, valendo R$5,4099. A sessão desta terça-feira é influenciada pelo cenário externo, com destaque para a crise na Venezuela e a alta nos metais preciosos. O mercado também acompanha indicadores de atividade nos Estados Unidos e dados de inflação na Europa, além de temas domésticos como a balança comercial e o caso Banco Master.

A crise na Venezuela segue como fator de aversão ao risco nos mercados internacionais, após a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, o que elevou a percepção de risco geopolítico. Isso influencia o preço do petróleo, que opera em leve alta, e dos metais preciosos, que avançam com força, refletindo maior busca por proteção. As bolsas europeias operam de forma mista, enquanto os futuros de Nova York indicam continuidade dos ganhos em Wall Street. O discurso do presidente do Fed de Richmond, Tom Barkin, e os dados de inflação na Alemanha também estão no radar dos investidores.

No Brasil, os ativos reagem ao ambiente externo e a temas domésticos pontuais, como a balança comercial e o caso Banco Master. A coletiva do vice-presidente Geraldo Alckmin também é aguardada, em um dia de agenda praticamente vazia no país. O cenário político adiciona ruído à sessão, e a busca por segurança segue presente nos mercados, com os metais preciosos seguindo a tendência de valorização. O PMI composto e de serviços dos EUA também são destaque do dia.

A cotação do dólar nesta terça-feira reflete o cenário externo incerto e a busca por proteção dos investidores. O ambiente externo tende a orientar os mercados domésticos nesta sessão, em um dia de agenda local esvaziada. A principal atenção doméstica recai sobre a coletiva de Geraldo Alckmin e a balança comercial. O petróleo e os metais preciosos seguem influenciados pela crise na Venezuela e pela busca por segurança. O dólar comercial fechou a segunda-feira valendo R$5,4099 e iniciou a terça-feira cotado a R$5,4227.

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